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Gutemberg Cavalcante
 
Gutemberg Cavalcante - 10/11/2009 - 00:00

Filha de Ditinho, avó do Benedito: a Professora Amada.


Lançamento de livro em Oeiras não é nenhuma novidade. Muito pelo contrário: é praticamente um acontecimento rotineiro, porquanto são muitos os oeirenses que publicam os seus escritos e aqui os apresentam ao público, assim como são muitos os amigos da terra que fazem questão de lançar em Oeiras os seus livros, motivados pela identidade, pela tradição e pela atmosfera cultural da cidade. Porém, embora rotineiro, o lançamento de um livro é sempre uma ocasião especial. E é isso que estamos vivendo neste momento: uma ocasião especial. Especial não apenas pelo lançamento do livro em si, mas também pelo teor da obra e por se tratar de mais um nome oeirense a ingressar nas fileiras de escritores que tanto dignificam este povo e esta terra.

Não me cabe aqui discorrer sobre a obra, mas tão-somente dizer algumas palavras a respeito da autora, a Professora e Mestra Amada de Cássia, o que faço de muito bom grado, pelos laços de amizade que nos unem e, mais ainda, por ser testemunha da sua luta e do seu empenho na realização desse trabalho.

É até meio esquisito apresentar Amada para Oeiras. Afinal, todos aqui a conhecem sobejamente. Mas me aterei basicamente à sua trajetória no âmbito da Educação, que é o tema do seu livro. E serei breve, expondo apenas uma síntese de um currículo que para ser apresentado por completo, com os detalhes e destaques pertinentes, necessário seria escrever-se um livro, tamanha a experiência adquirida pela professora Amada.

Amada de Cássia Campos Reis nasceu em Oeiras, no dia 3 de março de 1960. É filha de Benedito de Macedo Reis e Aldenora Nogueira Campos e Reis; é mãe de Edmo, Edmar Segundo, Amanda e Último e é avó do Benedito. Iniciou os estudos em 1966, no Grupo Escolar Armando Burlamaqui, transferindo-se posteriormente para o Costa Alvarenga, onde concluiu o curso primário. Submeteu-se ao exame de admissão para o curso ginasial, ingressando então no Ginásio Estadual Farmacêutico João Carvalho. Inteligente, sempre esteve entre os primeiros da turma. Desinibida, irreverente e comunicativa, alegrava os ambientes que frequentava, distribuindo graça e simpatia e recebendo em troca carinho e admiração.

Lançamento de livro em Oeiras não é nenhuma novidade. Muito pelo contrário: é praticamente um acontecimento rotineiro, porquanto são muitos os oeirenses que publicam os seus escritos e aqui os apresentam ao público, assim como são muitos os amigos da terra que fazem questão de lançar em Oeiras os seus livros, motivados pela identidade, pela tradição e pela atmosfera cultural da cidade. Porém, embora rotineiro, o lançamento de um livro é sempre uma ocasião especial. E é isso que estamos vivendo neste momento: uma ocasião especial. Especial não apenas pelo lançamento do livro em si, mas também pelo teor da obra e por se tratar de mais um nome oeirense a ingressar nas fileiras de escritores que tanto dignificam este povo e esta terra.

Não me cabe aqui discorrer sobre a obra, mas tão-somente dizer algumas palavras a respeito da autora, a Professora e Mestra Amada de Cássia, o que faço de muito bom grado, pelos laços de amizade que nos unem e, mais ainda, por ser testemunha da sua luta e do seu empenho na realização desse trabalho.

É até meio esquisito apresentar Amada para Oeiras. Afinal, todos aqui a conhecem sobejamente. Mas me aterei basicamente à sua trajetória no âmbito da Educação, que é o tema do seu livro. E serei breve, expondo apenas uma síntese de um currículo que para ser apresentado por completo, com os detalhes e destaques pertinentes, necessário seria escrever-se um livro, tamanha a experiência adquirida pela professora Amada.
Amada de Cássia Campos Reis nasceu em Oeiras, no dia 3 de março de 1960. É filha de Benedito de Macedo Reis e Aldenora Nogueira Campos e Reis; é mãe de Edmo, Edmar Segundo, Amanda e Último e é avó do Benedito. Iniciou os estudos em 1966, no Grupo Escolar Armando Burlamaqui, transferindo-se posteriormente para o Costa Alvarenga, onde concluiu o curso primário. Submeteu-se ao exame de admissão para o curso ginasial, ingressando então no Ginásio Estadual Farmacêutico João Carvalho. Inteligente, sempre esteve entre os primeiros da turma. Desinibida, irreverente e comunicativa, alegrava os ambientes que frequentava, distribuindo graça e simpatia e recebendo em troca carinho e admiração.

Após o ginásio Amada fez o curso pedagógico, de 1976 a 1978, na Escola Normal Presidente Castelo Branco, assim como a maioria das jovens de sua geração. Tornou-se professora e a partir daí vem assumindo esse mister de forma dinâmica e apaixonada, demonstrando toda a sua aptidão e amor pela profissão. Tem se dedicado de corpo e alma ao Magistério. Iniciou a carreira em sua cidade natal, como professora do Ensino Fundamental; depois exerceu as funções de Coordenadora e Superintendente do Complexo Escolar de Oeiras. Mudou-se em 1991 para vizinha cidade de Floriano, onde lecionou no Ensino Fundamental. Radicada em Teresina desde 1993, trabalhou em várias unidades da rede estadual de educação, inclusive na Universidade Estadual do Piauí - UESPI, e em diversas faculdades particulares: Faculdade Piauiense – FAP, Instituto de Ensino Superior Múltiplo – IESM e Faculdade de Ensino Superior do Piauí – FAESPI. Lecionou também na Universidade Federal do Piauí - UFPI, em 2007 e 2008, como professora substituta.

Pelo seu empenho e desempenho, Amada demonstra que encontrou no magistério mais que uma profissão: ser professora é sua vocação. Jamais deixou de se aprimorar, através do estudo contínuo, da pesquisa e da participação em cursos, encontros e congressos, desde os de nível local aos de nível internacional, com destaque para o VII Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação, em Porto - Portugal. Ali apresentou dois trabalhos sobre temas contemplados no seu livro: “Vasculhando o Passado: Educação em Oeiras - Piauí” e “Grupo Escolar Costa Alvarenga: Semente de Esperança para a Educação de Oeiras - Piauí”. Possui duas graduações pela Universidade Federal do Piauí: Licenciatura em Ciências para o 1º Grau e Pedagogia com Habilitação para o Magistério. Possui ainda Especialização em Docência Superior “Latu Sensu”, pela Faculdade São Judas Tadeu e Mestrado em Educação, pela Universidade Federal do Piauí. Sua Dissertação de Mestrado foi convertido em livro por indicação da Banca examinadora que a aprovou com louvor. Todos poderão agora comprovar a qualidade do seu trabalho. Um trabalho árduo, que exigiu verdadeira garimpagem em busca de informações, especialmente pela distância temporal que nos separa dos fatos pesquisados. O mais importante, porém, é o resultado que ora vemos e que certamente é fruto de toda uma caminhada, alicerçada nos primeiros anos de vida escolar. Lembro aqui alguns nomes de educadores que passaram pela vida da autora e que dignificaram sobremaneira a Educação da Velhacap piauiense: Eva Feitosa, Alina Carvalho, Celina Martins, Dona Rego, Padre David, Professor Gerardo, Ione Reis e Zilda Rêgo, além de suas tias Amália e Rita Campos (sua primeira professora), dentre tantos outros.  São nomes que merecem a nossa eterna reverência e gratidão.

Possuidora de larga experiência na área da Educação, com ênfase em História da Educação, atualmente Amada leciona em escolas públicas do estado do Piauí e do município de Teresina e nas faculdades FAESPI e IESM. Recentemente foi aprovada em concurso para professora efetiva da UFPI. E apesar de todas as vicissitudes que a vida lhe reservou, de toda a energia gasta na superação dos obstáculos que se lhe impuseram ao longo do caminho, de toda a maturidade adquirida, ela continua sendo a mesma Amada de sempre: uma pessoa desinibida, irreverente e comunicativa, que gosta de cantar e de sorrir, como nos inesquecíveis tempos de adolescência, vividos com muita intensidade em Oeiras. Quem não se lembra, por exemplo, do CLAM (Clube Adolescentes em Marcha), das gincanas, das tertúlias, das serenatas em noites de luar?

Hoje ela estréia como escritora com o livro “História e Memória da Educação em Oeiras - Piauí”, mas o futuro é uma porta aberta e muita coisa ela certamente ainda realizará em benefício da sua terra e da sua gente, seja na área da educação, seja em outras áreas do conhecimento ou da vivência humana. Que Deus a ilumine! Que Nossa Senhora da Vitória a abençoe!


2 comentários
 
Querido Joca voce realmente virou oeirense,tem captado sensivelmente um pouco do ser-se oeirense.Adorei sua materia ,esclarecedora de alguns defeitos e qualidades do Festival mas, senti falta de uma pulsaçao pelo ACONTECIMENTO POR SI MESMO.Eu acho esse Festival uma melhores coisas que ja aconteceu ai, uma especie de Renascimento de muitas coisas que muitos imaginavam mortas e/ou esquecids..Infelizmente não pude ir a nenhum deles mas ,de alguma forma EU ESTAVA AI,,tenho certeza. Senti falta tambem de um destaque especial ao show do Emerson Boy um oeirense da gema apaixonado por essa terra e que tem ao longo da sua vida contribuido para botar Oeiras no mapa cultural do mundo.DO MUNDO.Sou suspeita pra falar dele bem o sei ,mas sei tambem do grande artista que ele é e não poderia deixar de falar disso. As suas fotos falaram muito bem por voce..O Festval foi gravado? Parabens meu querido amigo. beijos oeirenses
Comentado por
katia reis em 10/11/2009 - 21:29
Tive oportunidades atraves da internet de visualizar acerimonia do lançamento do livro da professora Amada, onde estive presente também a competente professora cassi, quero parabeniza-la pela grande contribuição a educação do nosso estado
Comentado por
lourdes vianal em 16/07/2010 - 21:28
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É esquisito apresentar Amada aos oeirenses
 
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